📈 INCC não é vilão, é proteção
Muita gente foge do INCC achando que é “juros disfarçado”. Não é. O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) corrige a variação dos insumos de obra (aço, cimento, mão de obra, etc.).
Ele não é ganho da construtora — é um mecanismo para manter o equilíbrio entre o que você paga e a qualidade do que será entregue.
Por que isso importa?
Assim como a conta de luz, o supermercado ou o preço do jeans sofrem reajustes, construir também fica mais caro (ou mais barato) ao longo do tempo.
Sem correção, a qualidade do imóvel contratado poderia cair — ou a obra ficaria desequilibrada financeiramente.
Como funciona na prática
O contrato prevê correção periódica (geralmente mensal) pelo INCC.
Essa correção acompanha o custo da construção do período, sem juros compostos de financiamento.
Exemplo simples: se a parcela é de R$ 2.000 e o INCC mensal do período foi 0,35%, a parcela seguinte vai para R$ 2.007 (R$ 2.000 × 0,0035 = R$ 7).
Quando a obra termina, é comum o contrato mudar o indexador (ex.: INCC → IPCA/IGP ou financiamento bancário), conforme previsto.
Benefícios para quem compra
Qualidade preservada: o que você contratou, você recebe.
Previsibilidade: a regra de correção está no contrato, sem surpresa.
Segurança do empreendimento: obra financeiramente saudável = entrega no padrão.
Mitos comuns (e respostas rápidas)
“É lucro da construtora.”
Não. É uma correção técnica do custo de construir, acompanhada por um índice de mercado.
“Então é melhor sem indexador.”
Sem correção, o padrão pode não se sustentar ao longo da obra — e quem perde é o comprador.
“Corre todo mês pra sempre?”
A correção é durante a obra; depois, o contrato normalmente muda a regra (prevista em cláusula).
Transparência é a nossa base
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Transparência, contrato claro e obra no padrão — do primeiro dia à entrega.